• Daniel Cafeloza

Bluehack e os perdidos de prata


Uma saga turbinada de criatividade, senso de urgência, pragmatismo,

team work e muita mão na massa!

Neste fim de semana tive uma experiência fantástica! Resolvi me inscrever para o Bluehack, um evento super legal organizado pela IBM, onde os participantes, em sua grande maioria jovens desenvolvedores e programadores, tinham o desafio de tirar uma ideia da cabeça e transformar em um protótipo, tudo em um período recorde de tempo, mais precisamente umas 30 horas.

A princípio havia me inscrito como mentor, onde ficaria somente aconselhando alguns dos 70 grupos a lapidar melhor as ideias, o conceito, o modelo de negócio, etc. Mas quando cheguei e senti a vibe e a alta energia, resolvi entrar como participante mesmo. Falei com a organização e descobri que havia uma única maneira de entrar: através dos chamados “perdidos”, que eram participantes ainda sem grupo e ideia formada. “É pra lá que eu vou”...e conheci um pessoal que estava procurando alguém de negócios para ajudar o seu time recém formado.

A IBM dividiu em 4 tipos de desafios, todos relacionados ao seu famoso sistema de inteligência artificial mais conhecido como Watson, e nosso time iria embarcar na aventura da realidade virtual (VR), ou melhor, realidade virtual com inteligência – um dos desafios mais complexos por envolver o uso do hardware (óculos 3D).

Começamos com uma ideia, desistimos e pensamos em outra, depois em outra, e depois eu outra, ou seja, tivemos que mudar 3 vezes em um curtíssimo espaço de tempo, seja porque achamos que a ideia não era tão boa, seja porque descobrimos que a outra ideia teria barreiras na implementação.

O pior de tudo não foi abrir mão das ideias, mas sim lembrar que corríamos contra o tempo, pois o maior objetivo era fazer a prototipagem, então não dava para ficar mudando muito, e quando deu 7pm chegamos a uma definição e partimos para o protótipo. Os meninos viraram a noite no grandioso prédio da IBM, tentando integrar os óculos VR ao tal do Watson. Eu fui pra casa...me arrependo um pouco, mas pelo menos estava inteiro para a apresentação.

Resumo da ópera, apresentamos no dia seguinte a nossa ideia com o protótipo desenvolvido (um pitch de 3 minutos que até agora não sei como consegui fazer, para uma platéia gigante) e acabamos levando o segundo lugar da competição na categoria de VR, o que foi muito bacana, principalmente porque eu tinha ido mais para xeretar o evento, expectativa zero!

Acho que o maior aprendizado nisto tudo foi sentir na pele como é possível fazer acontecer se você juntar suas forças com as forças dos outros. Agradeço à IBM pela oportunidade, o BlueHack é fantástico e inspirador, e agradeço principalmente aos meninos, por terem me aceito no time, e terem me dado o privilégio de aprender todas estas coisas novas sobre tecnologia que cada vez mais me encantam.

Ah, não poderia deixar de mencionar o café, sem brincadeira, para aguentar o tranco foram mais de 10 copos (médios, já adoçados), e se tivesse ficado na madrugada dobrava a estatística, fica para a próxima!

#Tecnologia #hackathon

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